O pensador

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

As pessoas dizem que as primeiras vezes são difíceis. Eu penso que as pessoas estão mal direcionadas. Acredito que é justamente o contrário. O primeiro post do ano não torna o segundo mais fácil.

Aprimeira vez que você faz algo, você simplesmente faz. Na segunda, você faz em dobro. Você faz, pensando em como fez, e com a cobrança de a segunda vez sair melhor que a primeira. Sempre em frente! Para o alto e avante! Mas não somos Super-Homens. Nem ao menos Jimmy Olsens!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Primeiro

Hoje seria o primeiro post do ano. Digo "seria" porque trabalho, ainda, com a hipótese do começo sem fim, fadado ao meu próprio esquecimento e da nunca existência para os outros. E cada minuto vendo o cursor piscando no fundo branco reforça ainda mais essa idéia.

Fico pensando nos grandes escritores reclamando sobre seus bloqueios. Será que eu tive um bloqueio? Quando e de que? Será que expira? Ou aspira?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Macarrão com banana

Os pensamentos não me abandonaram. Nem eu não abandonei vocês.

Só não consigo transformá-los em informação, e menos ainda de forma digital. Logo eu, tão internético, cibernético, distante. Garoto eternamente digital. 21st century digital boy ♪

E quero ir pra longe disso. Um tempo no mato, mas não qualquer mato. Tem um tipo de mato diferente. Um mato com sombra. E água fresca. Sem insetos, por favor. Meu sangue é bom. Sou O. Negativo.

Mas isso é pra depois.

Agora eu tenho 3 anos e meio pra serem decididos em 2 semanas. Ou não.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A ausência está presente

O pó significa muitas coisas, muitas mais do que os simples resíduos que são de fato. 


"Os acontecimentos me enfadam, porque os acontecimentos são a espuma das coisas, e o que me interessa é o mar"
Paul Valéry

O pó, e o mar, significam muito mais que suas respectivas definições no Aurélio. E nessa exploração sem mapa, sem chance de localização por google earth, eu me perco, ando em círculos, paro e sento. Então alguém joga uma corda, e me puxa de volta pra onde eu saí. Mas de saídas eu estou cheio. O que me escapam são as chegadas.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Eu constantemente me pego pensando na razão das coisas. Por exemplo, por que escrevo? Por que alimento o blog ao invés de apenas manter meus registros num caderninho de couro preto que também guardo pra esse fim?


Pensando um pouco, consigo respostas ambíguas. Ou talvez complementares?

Se, por um lado, eu não escrevo pra ninguém, se não pra mim mesmo, eu quero sim ser lido. Da mesma forma como alguém que faz uma pintura, a prefira fazer num muro. As chances da "mensagem" ter um destinatário são maiores.

Nâo é só uma questão de querer fazer, ao menos não mais. É um querer verem fazer. E logo, uma massagem no ego, que ninguém é de ferro.

domingo, 14 de setembro de 2008

Oh capitão, meu capitão!


Sua posição pressupõe que saiba mais que eu, e é provável que seja verdade. É provável que esteja mais certo que eu.

O mundo é feito de probabilidades. Na verdade, mais de improbabilidades. Mas não de impossibilidades. É o  improvável, quase impossíve que me chama atenção, pela sua fragilidade e impopularidade.

É por isso que quando me aponta a direção, eu prefira argumentar. Não se sinta ofendido se eu preferir abandonar a nau e pegar um yellow submarine na contramão.

Nada pessoal, mas se você não me convencer, quer dizer que você não sabe tanto quanto eu.

Com todo respeito, até mais,
Oh capitão, meu capitão!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Tentarei ser o mais sintético possível.

Enquanto sonho com Raul Seixas, batalhas entre seres sobrenaturais e livros de auto-ajuda, minha realidade é que se torna dormente. É uma releitura de uma frase que ouvia quando menino: "Tá parecendo um vampiro, dormindo de dia e acordado a noite!". Mas há um engano muito grave aí.. adoro pizza de alho.